sábado, 30 de novembro de 2013

Mulheres que tomam anticoncepcionais têm mais risco de desenvolver glaucoma



ACI/EWTN Noticias

anticoncepcional 2

WASHINGTON DC, 19-11-13 (ACI/EWTN Noticias) — Um estudo realizado em uma universidade dos Estados Unidos revelou que as mulheres que tomaram anticoncepcionais orais por mais de três anos têm mais risco de desenvolver glaucoma, independentemente do tipo de pílula ingerida.

Shan Lin

Shan Lin, professor de oftalmologia da Universidade da Califórnia (Estados Unidos), assinalou que o aumento do risco foi similar independentemente do tipo de anticoncepcionais orais ingeridos. O estudo se centrou em 3.406 mulheres maiores de 40 anos entre 2005 e 2009 e, segundo Lin, “deveria fomentar mais pesquisas para estabelecer a relação causal entre o consumo de anticoncepcionais orais e o glaucoma”.

A agência AFP informou que a pesquisa foi apresentada na conferência anual da Academia Americana de Oftalmologia. “No momento, as mulheres que tomaram anticoncepcionais orais durante três anos ou mais devem realizar um exame de glaucoma e controlar-se periodicamente com um oftalmologista, sobretudo, se tiverem outros fatores de risco existentes”, recomendou o médico.
O glaucoma, uma das principais causas da cegueira, afeta ao redor de 1 por cento da população maior de 40 anos. Esta doença crônica é causada pela destruição progressiva das fibras do nervo óptico devido a vários fatores, dos quais o mais comum é uma elevação anormal da pressão intraocular (PIO).

Embora este estudo não tenha estabelecido uma relação de casualidade entre a pílula e o glaucoma, pesquisas anteriores demonstraram que o estrogênio, um hormônio sexual feminino, pode ter um papel significativo no desenvolvimento desta doença.

Fonte: http://ipco.org.br/ipco/noticias/mulheres-tomam-anticoncepcionais-risco-desenvolver-glaucoma#.UpqO2v6A3IU

sábado, 16 de novembro de 2013

(Rádio Vox) - O Dr. Milton Pires explica a destruição da profissão médica no Brasil através do programa Mais Médicos do Governo Federal, e os riscos que a saúde pública corre.

(Rádio Vox) - O Dr. Milton Pires explica a destruição da profissão médica no Brasil através do programa Mais Médicos do Governo Federal, e os riscos que a saúde pública corre.

Doutor Milton Pires fala sobre a medicina brasileira

O Dr. Milton Pires explicou para os jornalistas Graça Salgueiro e Cristian Derosa, a destruição da profissão médica no Brasil através do programa Mais Médicos do Governo Federal, e os riscos que a saúde pública corre.

Clique no link abaixo para acessar a entrevista:
http://radiovox.org/2013/10/13/doutor-milton-pires-fala-medicina-brasileira/

terça-feira, 10 de setembro de 2013

OPORTUNIDADE DE TRABALHO - ÁREA COMERCIAL/VENDAS

OPORTUNIDADE DE TRABALHO  - ÁREA COMERCIAL/VENDAS

Uma das maiores empresas de consórcio do Brasil está contratando com experiência ou sem experiência para trabalhar com vendas de consórcios. 

Possibilidade de ganhos de R$ 10.000,00 mensais.

O profissional pode optar pelas opções: CLT (Salário Mínimo Garantido, mais benefícios e Comissões de até 1,5%), Autônomo (comissões até 2,5%) ou PJ (Comissões até 5% - vagas disponíveis para todo o Brasil). Cartas de Créditos de R$ 5.000,00 até R$ 10 milhões de reais (motos, serviços, veículos, caminhões, imóveis, embarcações, aeronaves, equipamentos e máquinas)

Enviar CV para o e-mail: bancodetalentos@bol.com.br   
http://vagasparavendedoresdeconsorcio.blogspot.com 

sábado, 7 de setembro de 2013

Vídeo: Médicos cubanos denunciam esquema no programa Mais Médicos

Vídeo: Médicos cubanos denunciam esquema no programa Mais Médicos

Clique no link abaixo para acessar o vídeo:
http://escravidaomodernanobrasil.blogspot.com.br/2013/09/video-medicos-cubanos-denunciam-esquema.html

Sugestões de leituras na área da saúde: MEDICINE AND HEALTH CARE

MEDICINE AND HEALTH CARE

*Allen, David E.; Bird, Lewis P.; and Herrmann, Robert, eds. Whole Person Medicine: An International Symposium. Downers Grove, Ill.: InterVarsity Press, 1980.

*Bouma, Hessel, et al. Christian Faith, Health and Medical Practice. Grand Rapids, Mich.: Eerdmans, 1989.

Granberg-Michaelson, Karin. In the Land of the Living: Health Care and the Church. Grand Rapids, Mich.: Zondervan, 1984.

Hauerwas, Stanley. Suffering Presence: Theological Reflections on Medicine, the Mentally Handicapped and the Church. Notre Dame, Ind.: Univ. of Notre Dame Press, 1986.

Jones, D. Gareth. Our Fragile Brains. Downers Grove, Ill.: InterVarsity Press, 1980.

*Kelsey, Morton. Psychology, Medicine and Christian Healing. San Francisco: Harper & Row, 1989.

Kilner, J.F., Cameron, N.M. de S., Schiedermayer, D.L., eds, Bioethics and the Future of Medicine: A Christian Appraisal. Grand Rapids, Mich.: Eerdmans, 1995.

Lammers, Stephen E., and Verhey, Allen, eds. On Moral Medicine: Theological Perspectives in Medical Ethics. Grand Rapids, Mich.: Eerdmans, 1987.

Marty, Martin, and Vaux, Kenneth, eds. Health/Medicine and the Faith Traditions: An Inquiry into Religion and Medicine. Philadelphia: Fortress, 1982.

Miller, J. Roman and Brubaker, Beryl H. eds. Bioethics and the Beginning of Life: An Anabaptist Perspective. Scottdale, PA. and Waterloo, ON: Herald Press, 1990.

Munson, R. Intervention and Reflection: Basic Issues in Medical Ethics, 5th ed. Belmont, Calif.: Wadsworth, 1996.

Nelson, J. B. Human Medicine. Minneapolis: Augsburg, 1973.

Peters, Ted. Playing God? Genetic Determinism and Human Freedom. New York and London: Routledge, 1997.

Ramsey, Paul. Fabricated Man. New Haven, Conn.: Yale University Press, 1970.
Shelly, Judith Allen. Dilemma: A Nurse's Guide for Making Ethical Decisions. Downers Grove, Ill.: intervarsity Press, 1980.

Shelly, Judith Allen, and Fish, Sharon. Spiritual Care: The Nurse's Role. 3d ed. Downers Grove, Ill.: InterVarsity Press, 1988.

Verhey, Allen, ed. Religion and Medical Ethics: Looking Back, Looking Forward. Grand Rapids, Mich.: Eerdmans, 1996.


Further Resources:

Today's Christian Doctor: journal of the Christian Medical and Dental Society.


501 Fifth St., Bristol, TN, 37620, U.S.A. 

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Diclin: A pílula que pode provocar feminização de fetos masculinos!

Diclin: A pílula que pode provocar feminização de fetos masculinos!

Priscila Palheta
Como se já não bastasse todas as contraindicações, reações adversas, riscos de saúde temporários ou permanentes... por esta, muitos não esperavam. Anticoncepcional comercializado no Brasil pode gerar BEBÊS MASCULINOS COM TRAÇOS DE FEMINILIDADE. E isso é descrito na própria bula. Por isso, a importância de se ler tudo sobre o medicamento que nosso médico indica.
Um dos principais fatores que podem implicar na saúde do feto é a competição do hormônio estrogênico (da pílula) com a testosterona que vai ser produzida pelo feto. Já se é conhecido pelos profissionais da saúde que o anticoncepcional não impede a gravidez, ele na verdade impede a NIDAÇÃO. Isso significa que a VIDA É GERADA quando o óvulo (gameta feminino) encontra o espermatozóide (gameta masculino) e este bebê em formação não consegue se implantar no útero por falta do ambiente propício (endométrio formado). Esta ausência de ambiente é provocada pela pílula e é assim que a mulher aborta sem mesmo saber do que está ocorrendo consigo. Nesta fase, o feto é ainda de tamanho muito pequeno. Um óvulo maduro, por exemplo, tem aproximadamente o tamanho da cabeça de um alfinete. O aborto seria então imperceptível. Este bebezinho expelido cairia no ambiente externo morrendo por falta de nutrição e local ideal para sobreviver.
A diminuição da testosterona produzida pelo feto, como o próprio fabricante indica, seria uma consequência da supressão por conta das dosagens do estrogênio contidas na pílula. Este déficit de testosterona poderia estar ocorrendo desde a fase embrionária, o que ocasionaria problemas graves futuramente. Fica difícil se especificar que tipos de problemas poderiam ser gerados na vida adulta do rapaz. É necessário que haja estudos sobre isso. Mas paro para pensar em algo pior: qual a quantidade de mulheres já se utilizaram deste anticoncepcional durante estes anos e mesmo assim engravidaram? É preciso deixar claro que os hormônios sintéticos da pílula muitas vezes não impedem a gravidez. Quantos já não conheceram mulheres que engravidaram utilizando-se deste fármaco? É justamente nestes casos que o Diclin poderiam estar atuando, ou seja, em fetos masculinos de gravidez indesejada. Alguns podem imaginar que os casos dos hermafroditas poderiam se adequar a esta situação. Mas é mais provável que ocorra algumas alterações na psiquê do bebê. É como se ele estivesse recebendo altas dosagens do hormônio feminino durante sua fase embrionária e seus hormônios masculinos estivessem sendo pouco produzidos. Naturalmente isso ocorre.
Qual o papel da igreja frente a esta nova problemática? Sabemos que muitos homossexuais podem se valer disso para sua auto-afirmação. Tomemos cuidado com esta linha tênue entre o físico e o espiritual frente a isso. O amor e o poder de Deus podem transformar qualquer situação, basta crer, basta separar-se/ santificar-se. Precisamos alertar o maior número possível de mulheres sobre isso. Outras bulas podem não registrar tal efeito medicamentoso. Fiquem alertas!

Descrições da bula:

Diclin: Etinilestradiol + acetato de ciproterona (Merck) M.S: 1. 0089.0247
Caso o medicamento tenha sido usado durante a gravidez, deve-se observar atentamente os fetos masculinos devido à possibilidade de feminização dos mesmos pela supressão androgênica.
Este medicamento causa malformação ao bebê durante a gravidez.
Reações adversas: Em casos isolados o tratamento pode causar cefaléia, distúrbios gástricos, náuseas, tensão mamária, variações de peso, alterações de libido e do humor. Após tratamentos prolongados aparecem , às vezes, mulheres predispostas, pigmentações (cloasma), no rosto, que ficam mais visíveis após exposição ao sol. Por isso recomenda-se a mulheres predispostas que não se exponham durante muito tempo aos raios solares. Em casos isolados, observou-se uma diminuição da tolerância a lentes de contato.
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Dra. Rebecca Oas - Exportações Tóxicas: Harvey Karman, Federação Internacional de Planejamento Familiar e a Exploração de Vítimas de Estupro

Dra. Rebecca Oas - Exportações Tóxicas: Harvey Karman, Federação Internacional de Planejamento Familiar e a Exploração de Vítimas de Estupro

Clique no link abaixo para ler o artigo:
http://pedofilianauniversidade.blogspot.com.br/2013/05/dra-rebecca-oas-exportacoes-toxicas.html

O gol contra do Estatuto do Nascituro. Conheça os deputados esquerdistas inimigos da VIDA.

O gol contra do Estatuto do Nascituro

versão atual do projeto pode reforçar a doutrina do aborto “legal”

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz, Presidente do Pró-Vida de Anápolis
O Estatuto do Nascituro (Projeto de Lei 478/2007) foi elaborado com a intenção de proteger a criança por nascer (o nascituro) e afastar definitivamente de nosso país o fantasma do aborto. O texto original, apresentado pelo Pró-Vida de Anápolis em 2004, sofreu um grande empobrecimento:
a) Foi excluída a proteção penal prevista para o nascituro.
b) Foi excluída também a importantíssima afirmação de que o nascituro é pessoa, conforme estabelecido no Pacto de São José da Costa Rica. Sem o reconhecimento explícito da personalidade do nascituro, os direitos a ele atribuídos serão interpretados como meras “expectativas de direitos”, como hoje fazem tantos doutrinadores.
c) Mas o pior de tudo é que a atual versão é capaz de fortalecer a opinião (falsa) de que no Brasil o aborto é “legal” quando a gravidez resulta de estupro (art. 128, II, CP).
A tragédia ocorreu em 19/05/2010, quando o PL 478/2007 estava em votação na Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF) da Câmara dos Deputados. O que estava em votação era a versão — já bastante empobrecida — do substitutivo apresentado pela relatora deputada Solange Almeida (PMDB/RJ). Os abortistas argumentaram que o artigo 13 do substitutivo, ao oferecer proteção e assistência ao nascituro concebido em um estupro, iria extinguir o (suposto) “aborto legal” (art. 128, II, CP) no país.
 
Seria de se esperar que os deputados pró-vida replicassem que no Brasil não existe “aborto legal” a ser extinto. Se estivessem juridicamente preparados para o debate, eles explicariam aos adversários que o Código Penal não “permite” (nem poderia permitir) o aborto em caso algum; apenas deixa de aplicar a pena ao criminoso se o crime já foi consumado[1]. O despreparo dos pró-vida, porém, era completo. Foi desolador presenciar como eles concordaram que o aborto legal existe (!) e afirmaram veementemente que o Estatuto do Nascituro não revogaria esse “direito” de abortar.
Nessa partida de futebol em que todos chutavam para todos os lados, acabou ocorrendo um gol, mas um “gol contra”. O deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB/SP), com a intenção de acalmar a discussão, sugeriu à relatora que fizesse uma “complementação de voto” a fim de assegurar que o Estatuto do Nascituro não revogaria o suposto aborto “legal” contido no artigo 128, II do Código Penal. Solange Almeida (PMDB/RJ) aceitou a proposta. Fez uma complementação de voto a fim de assegurar — pasmem! — que os direitos do nascituro concebido em um estupro (art. 13 da proposta) não extinguiriam o suposto direito de o médico matá-lo! Os direitos do bebê foram mantidos, porém, “ressalvados (sic) o disposto no Art. 128 do Código Penal Brasileiro”. Esse deplorável enxerto, tremendo gol contra feito pelos pró-vida, foi aprovado pela Comissão de Seguridade Social e Família naquela sessão.
A proposta está agora para ser votada na Comissão de Finanças e Tributação, tendo como relator o deputado Eduardo Cunha (PMDB/RJ). O relator deu parecer favorável ao projeto, com uma pequena emenda para adequação financeira: “Esta lei entra em vigor na data de sua publicação e surtirá efeitos financeiros a partir do primeiro dia do exercício seguinte ao de sua publicação”. E quanto ao texto inserido na última hora pela antiga relatora Solange Almeida? Permanece como estava. E agora?

A propaganda do gol contra

Por estranho que pareça, o Movimento Brasil Sem Aborto vem-se mobilizando para aprovar o Estatuto do Nascituro sem mostrar nenhuma preocupação quanto ao enxerto nele introduzido. Ao contrário, em uma mensagem divulgada pelo Movimento, parece até que ele faz propaganda do gol contra. A fim de que o projeto seja aprovado, pede-se aos cidadãos que digam aos deputados que
... o Substitutivo deste Projeto de Lei em análise na Comissão de Finanças e Tributação NÃO MODIFICA o Código Penal Brasileiro no que se refere à EXCLUDENTE DE PUNIBILIDADE quando a gravidez resultante de violência sexual (estupro). Em relação a esta questão o Estatuto do Nascituro não revoga, portanto, o que está disposto no artº 128 do Código Penal Brasileiro [2].
No texto acima, o enorme destaque tipográfico é do original.
Tem-se a impressão de que o Movimento Brasil Sem Aborto faz do gol contra uma glória da versão atual do Estatuto do Nascituro.

O que pode acontecer

Se o Estatuto do Nascituro for aprovado como está — com o apoio de passeatas e coletas de assinaturas — a criança por nascer poderá sofrer um terrível golpe. É verdade que, o artigo 128, CP, citado na complementação de voto da deputada Solange Almeida, não fala de uma permissão para aborto. No entanto, é necessário observar três coisas:
A primeira é que, quando a deputada fez sua complementação de voto, estava convencida de que o aborto “legal” existia e desejava conservar esse suposto “direito” de matar a fim de aquietar os abortistas.
A segunda é que os todos os deputados pró-vida presentes naquela sessão acompanharam e aprovaram esse entendimento errôneo da relatora.
A terceira é que, se esse enxerto for mantido (Deus não o permita!), ele servirá para reforçar a tese de que existe o aborto “legal” no país. Com efeito, ao ler o texto do artigo 13 (“O nascituro concebido em decorrência de estupro terá assegurado os seguintes direitos, ressalvados o disposto no Art. 128 do Código Penal Brasileiro”), os doutrinadores perguntarão a si mesmos: por que essa ressalva? E poderão concluir: tal ressalva seria desnecessária se o artigo 128 do Código Penal não permitisse o aborto. Logo, dirão eles que, com base no Estatuto do Nascituro (!), o aborto é permitido quando a gravidez resulta de estupro.

Por que não outros projetos?

É lamentável que o Movimento Brasil Sem Aborto esteja concentrando todas as suas forças em aprovar uma versão distorcida do Estatuto do Nascituro. Infelizmente não é verdade o que está escrito no convite para a 6ª Marcha Nacional da Cidadania pela Vida (de 04/06/2013): “aprovar o Estatuto do Nascituro é impedir, definitivamente, que o aborto seja legalizado em nosso país”[3].
Por que o Movimento Brasil Sem Aborto não se mobiliza pela aprovação de outros projetos — estes sim de efeito imediato na proteção do nascituro? Eis dois exemplos:
1) A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) n.º 164, de 2012, de autoria do deputado Eduardo Cunha (PMDB/RJ), que pretende inserir no artigo 5º de nossa Constituição as sagradas palavras “desde a concepção” após “a inviolabilidade do direito à vida”. Até hoje essa PEC está parada na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC) aguardando a designação de um relator.
2) O Projeto de Decreto Legislativo (PDC) n.º 565, de 2012, de autoria do deputado Marco Feliciano (PSC/SP), que pretende sustar a decisão do STF que declarou não ser crime o aborto de crianças anencéfalas. Até hoje o projeto aguarda o julgamento de um recurso (REC 148/2012) contra a decisão do então presidente da Câmara, Marco Maia (PT/RS), que o considerou “inconstitucional”.
Um detalhe importante: ambas as proposições acima — a PEC 164/2012 e o PDC 565/2012 — não passarão pela mesa da Presidente da República! O Congresso poderá promulgá-las sem interferência de Dilma Rousseff. Ao contrário, o Estatuto do Nascituro (PL 478/2007), mesmo que seja corrigido e só depois aprovado, poderá ser vetado, total ou parcialmente, pela nossa Presidente. E a derrubada de um veto presidencial pelo Congresso é praticamente impossível, pois requer a maioria absoluta dos deputados e senadores (art. 66, §4º, CF).

Conclusão

No Movimento Brasil Sem Aborto há grandes amigos meus, verdadeiros pró-vida, que desejam extirpar o aborto do Brasil e não poupam esforços para esse fim.
É preocupante, porém, que o Movimento não tenha entendido o perigo da aprovação irrestrita e incondicional da atual versão do Estatuto do Nascituro. Os milhares de cidadãos que colocam seus nomes no abaixo-assinado não estão sendo advertidos sobre isso.
É lamentável ainda que esse Movimento, ao contrário dos outros grupos pró-vida, evite sistematicamente levantar a bandeira da defesa da família. Evita-se falar contra a exaltação do homossexualismo e a união de pessoas do mesmo sexo.
Enfim, esse Movimento tem sempre procurado poupar o Partido dos Trabalhadores (PT). Nas eleições presidenciais de 2006, não encontrei no portal do “Brasil Sem Aborto” nenhuma referência ao programa de governo do candidato Lula, do PT, que previa, em seu segundo mandato, a legalização do aborto. No entanto, lembro-me de o portal ter exibido “45 razões para não votar em Geraldo Alckmin”, adversário do candidato petista...
[1] Em Direito Penal, isso se chama “escusa absolutória”. O crime permanece, mas o agente não recebe aplicação da pena, por razões de política criminal.
Divulgação: www.juliosevero.com
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Vergonha: Brasil vai contratar 6 mil agentes cubanos para pregar para brasileiros pobres

Vergonha: Brasil vai contratar 6 mil agentes cubanos para pregar para brasileiros pobres

Vergonha: Brasil vai contratar 6 mil agentes cubanos para pregar para brasileiros pobres

Julio Severo
Nesta semana, a grande mídia destacou a intenção do governo de Dilma Rousseff de trazer para o Brasil 6 mil médicos cubanos.
Em Cuba, não há hospitais nem médicos particulares. Tudo é do governo. Médicos, professores e outros profissionais estão estatizados na ilha-prisão. Portanto, os médicos cubanos que dona Dilma quer entre os brasileiros pobres são funcionários do governo cubano.
Como todo funcionário estatal, os médicos cubanos têm como sua principal missão doutrinar a ideologia socialista para seus pacientes-vítimas. Após a inoculação do veneno comunista, o médico monitora seus efeitos e não deixa a vítima escapar do veneno.
Como disse o blog Alerta Total, “Em tese, o Brasil não precisaria importar médicos. Nossas 197 escolas de medicina formam, anualmente, uma média de 16 mil médicos.”
Se Dilma queria médicos para os brasileiros pobres, o Brasil tem um número muito maior e mais especializado do que Cuba. Basta que dona Dilma lhes pague um salário decente para atraí-los às regiões pobres.
Se Dilma queria pregadores, há pregadores assembleianos e de outras igrejas pentecostais que não hesitariam viver no meio do mato para pregar para os mais pobres. Não é preciso importar pregadores comunistas de Cuba. Há no Brasil um número abundante de pregadores cristãos totalmente dispostos a ajudar os pobres com suas mensagens de Cristo, não Che Guevara ou o múmia repugnante Fidel Castro.
Talvez Dilma tenha se lembrado se seus tempos de terrorista comunista. Naqueles tempos, ela tinha uma missão: a mesma missão dos médicos e outros funcionários cubanos. Se ela não pode contar com os médicos brasileiros para realizar essa missão, então Cuba é a solução.
Na Venezuela do ditador morto Hugo Chávez, foi fundamental trazer médicos cubanos para solidificar a ditadura comunista. Dilma quer agora imitar o colega defunto.
Vamos aos fatos: quem ganha o quê trazendo pregadores comunistas para os pobres do Brasil?

O que o povo ganha?

Marcos Teles, leitor do Blog Julio Severo, dá a resposta: ”Estes 6000 médicos de Cuba, entenda-se abortistas, praticantes de eutanásia, altamente habilitados para a campanha comunista de engenharia social. Ou seja, com nossos impostos vamos pagar a propaganda comunista anti-vida e anticristã.”

O que a ditadura comunista de Cuba ganha?

O Blog Coturno Noturno responde: ”O mundo inteiro sabe que Cuba exporta escravos para trabalhar em outros países. O esquema é simples. O profissional recebe um salário de fome no país onde trabalha, enquanto o governo paga a diferença diretamente aos Castro. É o que acontece na Venezuela. É o que vai acontecer no Brasil, se importarmos médicos cubanos. Cuba não faz caridade. Cuba é o mais capitalista dos países na hora de usar seres humanos como escravos para suprir os seus problemas de caixa. O governo cubano cobra U$ 11,4 mil por mês por médico cedido ao governo chavista. No entanto, estes médicos recebem apenas U$ 230 mensais na Venezuela, mais uma ajuda de U$ 46 dólares para a família, paga diretamente em Cuba. São 45 mil médicos que geram uma receita anual para a ditadura dos Castro de cerca de U$ 4,5 bilhões por ano. Se fosse no Brasil, ao dólar de hoje, cada médico cubano custaria R$ 23 mil mensais, mas ficaria com o equivalente a um salário mínimo por mês.”
Uau! A vinda dos médicos cubanos é um imenso investimento na ditadura de Cuba e nos bolsos dos ditadores cubanos! Como dona Dilma é caridosa com seus colegas ditadores!
O blog do Políbio Braga também responde: ”Os médicos cubanos formam a ponta de lança da ditadura comunista e familiar de Cuba, como também do PCC. Na Venezuela, os médicos funcionam como a longa mão do governo bolivariano. As entidades médicas brasileiras repudiam a importação, alegando que o País já tem médicos em número suficiente. O que acontece é que o governo e os planos de saúde remuneram precariamente os profissionais, também não oferecendo condições dignas de trabalho — sequer equipamentos decentes. Os médicos cubanos, que aceitam fazer trabalho escravo, não se importam em receber muito menos pelos serviços, porque em Cuba vivem na pobreza.”

O que o governo socialista de Dilma Rousseff ganha?

O blog Alerta Total responde: ”Os ‘médicos’ cubanos farão uma ‘intervenção cotidiana’ com o cunho estrategicamente ideológico, segundo a visão retrógrada e farsante do socialismo — que seduz os incautos e ignorantes com muita facilidade, principalmente nas regiões pobres já adestradas pelos bolsa-famílias da vida. A combinação entre clientelismo assistencialista e a pregação ideológica, enquanto se presta algum serviço de saúde, com total proximidade entre o médico-pregador-ideológico e o seu alvo político, é mais uma etapa do tal “salto” que o PT anuncia em sua propaganda institucional.”
O governo de Dilma ganhará funcionários conforme a imagem e semelhança dos ideais terroristas de Fidel Castro — os mesmos ideais das cabeças petistas.
Lembremo-nos de que a mulher que hoje ocupa a presidência do Brasil tem um currículo tão sujo e criminoso que não deveria ocupar nenhum posto de importância no governo do Brasil.
É claro que, para os cristãos, Jesus Cristo liberta as pessoas de um passado tenebroso. Pessoas que foram assim libertas renunciam e denunciam publicamente os seus atos criminosos.
Esse não é o caso de Dilma. Ela nunca se arrependeu de nada.
Além disso, Fidel Castro, o sanguinário monstro assassino, nunca se arrependeu de nada.
Os médicos de Cuba estarão no Brasil para cumprir os ideais das criaturas que nunca se arrependeram de seus crimes.
Minha pergunta é: o povo do Brasil vai ficar em silêncio e parado enquanto criminosos doutrinam seus pobres em nome da “saúde”?
Leitura recomendada:
 
 

sábado, 4 de maio de 2013

Homossexualidade é Doença? Uma Abordagem sobre a homossexualidade independente de Conceitos Ideológicos.


Homossexualidade é Doença? Uma Abordagem sobre a homossexualidade independente de Conceitos Ideológicos.

Defendendo os direitos de pacientes e de terapeutas de lidar com a questão da homossexualidade segundo o respeito á ética da liberdade e da autonomia individuais.

http://psicologiareformacional.blogspot.com.br/2013/05/homossexualidade-e-doenca-uma-abordagem.html

terça-feira, 26 de março de 2013

Raio em céu sereno: CFM propõe vasta liberação do aborto por Cid Alencastro


Uma declaração do Conselho Federal de Medicina (CFM), a ser enviada ao Senado, propugna pela liberação do aborto nos termos do projeto de Código Penal em debate naquela Casa legislativa, ou seja, durante a 12ª semana de gestação. E vai ainda mais longe.
É preciso que os anti-abortistas estejam de sobreaviso e entrem na luta, pois o direito não socorre os que dormem, mesmo quando eles têm razão.
Algumas considerações a respeito se impõem. Vamos a elas.
*                                 *                                 *
É sabido que a maioria da população brasileira repudia a ampliação das causas de aborto permitidas por lei. Várias pesquisas o têm comprovado, e o contato diário com a população o mostra de sobejo.
Quando o governo Lula, em 2009, num Plano de Direitos Humanos (PNDH-3) sorrateiramente assinado às vésperas do Natal daquele ano, quis impor uma liberação praticamente total do aborto, o clamor popular que se levantou obrigou o Presidente a recolher seu decreto, enfiar a viola no saco e sepultar no silêncio sua iniciativa.
Naquela ocasião, tiveram papel importante na mobilização popular o estudo difundido pelo Instituto Plinio Corrêa de Oliveira e a publicação na revista “Catolicismo”, ambos realçando o caráter criminoso do aborto, que atenta contra o 5º Mandamento da Lei de Deus (Não Matarás).
Na campanha presidencial de 2010, constando que a então candidata Dilma Rousseff era a favor do aborto, sua eleição para o cargo de primeira mandatária da Nação ficou seriamente ameaçado. A ponto de que ela teve de comprometer-se publicamente a não tomar nenhuma iniciativa abortiva, caso fosse eleita. Mais tarde, as ministras Maria do Rosário, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência, e Eleonora Menicucci, da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, tiveram também que silenciar suas posições a respeito do aborto, sob pena de perderem as condições de permanecer em seus cargos.
No final de 2012, nova investida. Uma comissão de juristas, designados pelo Senado  Federal, elaborou um projeto de Código Penal que entre os numerosos incisos inaceitáveis, incluia a liberação do aborto até a 12ª semana de gestação, condicionado apenas à opinião de um médico ou psicólogo.
Tal projeto está sendo atualmente examinado no Senado Federal, e a respeito dele o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira elaborou um parecer bastante circunstanciado, que tem obtido grande repercussão, sendo inclusive reproduzido no importante site jurídico JurisWay, além de numerosos outros sites. Outras personalidades de relevo no mundo jurídico, como o Dr. Gilberto Callado, Procurador de Justiça em Santa Catarina, também elaboraram estudos de grande alcance contra o referido projeto de viés abortista.
Em meio a todo esse debate, jovens voluntários do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira têm se empenhado numa campanha de difusão do livro do Pe. David Francisquini “Catecismo contra o aborto”, que em linguagem simples e num estilo acessível, desmonta com inteligência e fé os argumentos abortistas. A receptividade para esse “Catecismo” no público brasileiro tem sido enorme.
Em face dessa aversão da população brasileira, em sua maioria, ao aborto, as possibilidades deste ser estendido na legislação pátria pareciam remotas.
Eis senão quando, como prova de que os abortistas não desistem e que, portanto, é preciso ter uma vigilância ininterrupta contra suas investidas, surge como raio em céu sereno uma declaração do Conselho Federal de Medicina (CFM), a ser enviada ao Senado, propugnando pela liberação do aborto nos termos do projeto de Código Penal, ou seja, durante a 12ª semana de gestação. Com uma agravante: não exige qualquer aprovação ou opinião de médico ou psicólogo. Dada a conhecer pela imprensa em 21 de março, tal declaração serve largamente aos objetivos dos abortistas.
Imediatamente se regozijaram com essa iniciativa as tais “Católicas pelo direito de decidir”, uma ONG feminista que indevidamente utiliza o nobre título de “católicas”, para melhor fazer engolir suas posições anticatólicas.
Para o presidente do CFM, Roberto D’Ávila, “o País precisa avançar” (O Estado de S. Paulo, 21-3). Para onde? perguntamos nós. Para o abismo?
Mas o pronunciamento do CFM não tem o apoio da generalidade dos médicos brasileiros. Mesmo entre os conselheiros não foi aprovado por unanimidade, pois a terça parte deles se manifestou contra.
A Regional de Minas Gerais votou em bloco contra a liberação do aborto. Afirmou o presidente do CRM-MG, João Batista Soares: “enquanto médicos, entendemos que nossa obrigação primeira é com a vida”. Soares teme ainda que o apoio ao anteprojeto possa passar o recado que o médico está liberado para praticar o aborto (Folha de S. Paulo, 21-3).
Os abortistas, de modo geral, temem muito os argumentos de índole religiosa, pois conhecem a eficácia dos mesmos junto ao público brasileiro. Por isso se esforçam extraordinariamente para que o tema aborto não seja tratado sob o ângulo da religião, mas sim do ponto de vista da saúde da mulher. Isso é propriamente uma falácia por duas razões principais.
Primeiramente porque a Religião Católica não tem uma pregação contrária à saúde da mulher e não é verdade que o aborto seja propício ao bem-estar físico da gestante. Pelo contrário, ele é uma fonte de remorsos e sensação de má consciência que facilmente produz doenças psíquicas de todo gênero.
Ademais, se a posição anti-abortista é apenas de quem tem religião, isso significaria que quem não é religioso pode matar à vontade? Quem poderá defender tal insânia?
Em má hora o CFM entrou na liça para defender uma causa tão inglória. Entretanto, o tiro pode sair pela culatra, pois muita gente que estava desmobilizada por achar que o aborto não tinha condições de ser aprovado, levou um susto salutar com essa declaração, e com isso acordou para luta, que mostra ser muito necessária. Os abortistas não dormem, e até o último momento podem excogitar uma cilada para aprovar a matança de inocentes. Não durmamos nós.

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